Onde comer e beber na região Sudeste
A maior densidade de restaurantes do país: cantina, boteco, pão de queijo e moqueca capixaba. 187984 endereços em 109 cidades.
O que muda na mesa do Sudeste
São Paulo tem mais restaurantes que qualquer outra cidade do Brasil, e a comida dela é a comida de quem chegou: a cantina italiana e a pizza de massa fina e fatia grande, o japonês da Liberdade, o árabe, o nordestino da zona leste. É onde as tendências nascem e onde a conta pesa mais, com couvert e taxa de serviço quase sempre no fim.
O Rio come no boteco e na praia: chope bem tirado, bolinho de bacalhau, feijoada de sábado, quiosque de biscoito de polvilho e açaí. Belo Horizonte é a capital dos bares, com comida de fogão a lenha, torresmo e pão de queijo em qualquer esquina. O Espírito Santo tem a moqueca capixaba sem dendê, feita na panela de barro, e a torta capixaba da Semana Santa.
O que muda no bolso: é a região mais cara do país para comer fora, e onde o rodízio, o delivery e a comida por quilo viraram indústria. Em compensação, é onde mais se encontra de tudo, de madrugada inclusive.
Cidades do Sudeste no diretório
Restaurantes, bares, cafeterias e mais, com endereço e telefone, em cada uma das 109 cidades.
Rotas gastronômicas no Sudeste
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Sete municípios no sudoeste de Minas fazem, de leite cru e fermento da própria casa, um queijo que ganha medalha na França. A rota é a fazenda, a cachoeira e a nascente do rio.

Minas produz metade do café do Brasil, e o melhor dele cresce entre 1.000 e 1.400 metros na Serra da Mantiqueira. A rota é a fazenda, a cafeteria de origem e a cidade de água mineral.

O caminho por onde saía o ouro no século 18 virou a rota onde se come o melhor feijão tropeiro do país, num festival que já tem quase 30 anos e em cidades tombadas onde o fogão ainda é a lenha.

O interior paulista tem uma rota de vinho que não tenta ser a Serra Gaúcha: uva Niágara rosada, vinho de mesa, suco na garrafa e festa de fruta em cada cidade, tudo a menos de 100 km da capital.

No século 18, 'parati' era sinônimo de cachaça no Brasil inteiro. A cidade que deu o nome tem hoje a primeira Indicação Geográfica da bebida, meia dúzia de alambiques a 20 minutos do centro e um peixe com banana que só se come aqui.